O Bretão foi trazido para o Brasil face  iniciativa do Exército, que precisava do animal para puxar os equipamentos de artilharia. Houve  uma importação inicial de garanhões  Norfolk Bretons em 1925 que foram utilizados em éguas comuns e as primeiras importações de garanhões puros ocorreram no  Estado de São Paulo, através da vinda de dois garanhões no ano de 1926 e em 1927 a importação do garanhão Breslau, destinado ao antigo Haras Paulista de Pindamonhangaba. 

       Entre 1932 e 1956, o Exército Brasileiro importou perto de cem reprodutores para as Coudelarias de Tindiqüera-PR, de Rincão-RS, Pouso Alegre-MG e Campo Grande-MS, sendo que os serviços e manejo ficaram concentrados  na Coudelaria de Tindiqüera por ter melhor clima para adaptação dos importados. 

       Através dos programas de expansão da raça, muitos governos estaduais  e criadores particulares receberam, através de empréstimo, garanhões do Exército para cruzar com as éguas Bretãs e éguas  comuns (as éguas puras eram adquiridas em leilões realizados pelo Exército).

      Com a desativação da maioria das coudelarias do Exército na década de 70, devido a chegada da mecanização agrícola, o já reduzido rebanho centralizado em Tindiqüera-PR foi vendido em leilão e algumas dezenas de criadores paranaenses cuidaram  de sua preservação. O Haras Paulista de Pindamonhangaba foi transferido para a Coudelaria Paulista em Colina-SP, conhecido depois como Estação Experimental de Zootecnia do Instituto de Zootecnia de SP, e atualmente 

recebeu o nome de Pólo Regional da Alta Mogiana –APTA,  continuando no município de Colina, que hoje ainda conta com um grande plantel de animais puros da raça Bretão.

          A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DO CAVALO BRETÃO, foi fundada em 1982, em Curitiba-PR, por um grupo de criadores , mas  somente em 1989 abriu seus livros de Registro Genealógico .

          Em 1985/86 as Secretarias de Agricultura de Goiás e do Rio Grande do Sul importaram da França cerca de 30 animais, os quais foram vendidos a criadores particulares de São Paulo e Minas Gerais em 1987.

             Depois começaram as importações particulares, primeiramente pelo Sr. Lineu de Paula Machado, em 1990, que trouxe para Botucatú- SP 11 animais , sendo destaques o garanhão USBEC e a égua UNE DE MAI, que veio com a potra ao pé BELLE DE MAI e prenha de PARATI HSJE, nomes importantes que fizeram e ainda fazem parte da formação e melhora do padrão da raça no Brasil.

       Em 12/06/95 em Assembléia Geral Ordinária para eleição de nova Diretoria, foi aprovada por unanimidade, a transferência da sede de Curitiba-PR para Jaguariúna- Estado de São Paulo, pois a Associação necessitava se aproximar da grande concentração das Associações Brasileiras de raça e ser reconhecida e divulgada no meio eqüestre. 

             No início de 1998 a  sede da Associação  mudou para Amparo-SP , onde está até hoje. 

           Após as mudanças, começaram as melhoras e a repercussão foi grande, surgiram mais interessados na raça, e novamente voltaram às importações através do criador  Sr. Anis Razuk, em setembro de 1997, que trouxe para sua propriedade em Itú-SP: 2 garanhões e 2 éguas prenhas.

          Em  1998 - O Sr. Anis Razuk de Itú-SP e o Sr. Cláudio Marcelo Borja de Amparo - SP trouxeram  2 éguas Reservadas Campeãs , HERMINE E FANNY I, nas respectivas categorias , 1 garanhão Campeão Nacional da principal  Exposição Nacional da França – HYRAC e 2 machos castrados campeões de atrelagem de 95 à 98.

           Em 2001 - Chegou o garanhão JASMIN , que foi o Grande Campeão Nacional da França aos 2 anos em 1999, importado pelo Sr. Cláudio Borja.

           Em 2002 ocorreram as primeiras exportações , 5 animais para o Uruguai e 1 para a Argentina.

         Em 2006 o criador Aluísio Marsili importa pela primeira vez sêmen congelado, e o garanhão escolhido foi MAX DU CHAPEL .

         Desde 2006 ocorreram importações seguidas até os dias de hoje, com mais de 25 animais importados até 2011, sendo 80% de fêmeas e na maioria para o criatório do Sr Anis Razuk.

      A credibilidade conseguida desde 1997 quando foram retomadas as importações, e um melhor intercâmbio com o Syndicat des Eleveurs du Cheval Breton desde 1998, fez com que o Brasil fosse considerado um dos melhores importadores pelos principais diretores dos Haras Nacionais Franceses e pelos Presidentes e Técnicos do Syndicat, por escolhermos bem os animais, selecionando padrão e genética que eles consideram top na França. Portanto, estas importações foram e continuarão sendo importantíssimas para melhoramento e refrescamento do sangue no plantel nacional brasileiro , e que conseqüentemente trazem um respeito cada vez maior à criação do Brasil.

         A Associação atualmente possui criadores e proprietários mais concentrados nas regiões de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná , e já tendo alguns criadores no Sul, no Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país. O plantel registrado aqui no Brasil de 1989 até 2011 foi de 2500 animais, 1350 puros e 1150 mestiços, e a média de 2004 a 2011 é de 65 nascimentos/ano. 

        No Brasil o Bretão é a raça de tração mais conhecida e difundida, e que possui maior plantel dentre as 3 raças de tração que existem oficialmente no Brasil .          

        O Brasil também  tem o segundo maior plantel de bretões puros do mundo

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