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Projeto
Doma estimula comportamento consciente do domador
Embora já some três décadas
de existência no Brasil, o Projeto Doma é regido
por princípios considerados como um novo conceito no
cenário da pecuária brasileira.
(Matriz da Comunicação/
SP) – Sediado em Capivari/ SP, o Projeto
Doma é coordenado Borba e Dudi e nasceu já
há 30 anos. Seu objetivo principal é
levar consciência e luz a todos aqueles que,
de alguma forma, estão envolvidos na lida com
cavalos e gado. De acordo com Borba, o Projeto pode
ser traduzido como uma das principais ferramentas
da pecuária, numa fazenda. “Os pecuaristas
nos enviam seus vaqueiros e, muitas vezes, seus próprios
filhos, visando melhorar o desempenho da principal
ferramenta da pecuária: o cavalo – partindo
do básico para poderem melhorar a eficiência
no trabalho com o gado”, ele explica: “Nosso
intuito é mostrar que a ‘consciência
de si’ é a base de como aprender Horsemanship,
Equitação & Stockmanship.
O participante será estimulado a aprender ser
o
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mais honesto possível,
a respeito de si próprio, a respeito do seu animal
e a respeito da sua maneira de lidar com o seu cavalo e com
o gado, desenvolvendo o auto-controle, a disciplina, a consistência,
a compreensão, o amor, compaixão e a humildade”,
ele completa.
Segundo
Borba, a maior ênfase do trabalho que o Projeto Doma
propõe é a continuidade do aprendizado. Para
ele, explicar como funciona a filosofia da Doma é simples:
“Quando se aprende a fazer algo através das
emoções e da experiência, é como
aquilo que aprendemos na infância. Permanece para toda
vida. A maravilha do Horsemanship é que tudo vem da
experiência de cada um. Ele não pode ser praticado
através de regras que podem ser memorizadas, ele obedece
a princípios, ajustes e principalmente ao bom senso.
O desenvolvimento da sensibilidade amplia o âmbito daquilo
que pode ser percebido. É um processo que nos desperta
e nos possibilita obter controle”.
As
aulas do Projeto Doma oferecem conhecimentos técnicos
e específicos a respeito da natureza do animal, além
de ensinar como fazer para que as técnicas tenham eficiência.
Tudo isso de forma simples e acessível a todos, num
ambiente onde os participantes se sintam seguros e melhorando
suas habilidades, tanto profissionais quanto pessoais.
Quando
as pessoas entram em contato com a nomenclatura das atividades,
Iniciação de Potros e Horsemanship, Stockmanship,
Cattlemanship & Showmanship, ainda não conseguem
assimilar corretamente seus significados. “Muitos
pensam que iniciar potros é lidar com potrinhos ainda
mamando e que Horsemanship é uma modalidade de esporte
eqüestre ou uma nova técnica”, ressalta
Borba.
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Porém,
as aulas vão além. No Horsemanship,
o aluno depara-se com um treinamento associado ao
conceito de relacionamento: dar e receber - duas vias
de comunicação, responsabilidade mutua.
Já na aula de Stockmanship, um novo conceito
na lida de gado, o bom senso e a eficiência
tomam o lugar de um comportamento ameaçador
com os animais, tão comuns nas invernadas brasileiras.
Cattlemanship & Showmanship, inaugura uma nova
era nas pistas de Bovinos de Elite por todo o Brasil,
mostrando aos tratadores e apresentadores que respeito,
psicologia, postura e elegância são elementos
fundamentais, tanto para o gado como para as pessoas.
“Nosso programa de aulas é planejado
de forma tal que as pessoas possam aprender se divertindo.
Acreditamos que o humor, através da “consciência
de si” está diretamente ligado a eficiência”,
explica Borba. |
trajetória
de Borba e Dudi
José
Eduardo Borba inaugurou, em 1972, um Programa de Cursos de Iniciação
de Potros & Horsemanship que se estendeu por todo o Brasil.
Foram iniciados, sob sua supervisão, mais de 10.000 cavalos
e estiveram sob sua orientação, mais de 5000 pessoas,
entre os quais nomes como Paulo Koury Netto, Jango Salgado,
Gilson Diniz, Helô Penteado, Haras Vila Fal, do qual a
Luciana Diniz, que montou em Atenas nas Olimpíadas de
2004, é uma das proprietárias e muitos outros
que hoje são formadores de opinião no cenário
eqüestre brasileiro.
De
1984 a 1986, Borba foi contratado pelo Banco do Comercio e Industria
de S. Paulo, o “Comind”, com a intenção
de levar a clientes e futuros clientes uma nova forma de ver
cavalos e gado. Neste mesmo período, Borba treinou seus
sobrinhos e filhos, que disputaram o Campeonato Nacional das
provas de velocidade da ABQM. “Mais tarde, Tiago Borba,
meu filho, foi campeão brasileiro de Western Pleasure
e a Juliana Borba, minha filha, atualmente, trabalha com Dressage,
nos EUA”, ele revela.
Há quase 5 anos, Borba
conta com o apoio integral de sua esposa, Dudi Ometto, no desenvolvimento
das atividades do Projeto e nas aulas. “Quando a Dudi
e eu nos encontramos, o Projeto Doma já estava com 26
anos de existência. Percebemos imediatamente que seriamos
uma grande dupla”, recorda Borba. Dudi é dona
de um currículo escolar brilhante em Zootecnia, pela
USP de Pirassununga, e uma grande experiência na vivencia
da pecuária.
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Durante
12 anos, fez parte do quadro de vaqueiros da Fazenda Palmeirinha
em Araras SP, pertencente a sua família. “Férias
e feriados eram sagrados. Os vaqueiros estavam sempre
ansiosos pela sua chegada. Ela sempre trazia alguma novidade
que ajudava a melhorar o trabalho de cada um, era companheira
e não enjeitava serviço”, ele
ressalta.
Hoje,
ambos ministram diversos cursos por todo Brasil, além
das aulas sediadas na Fazenda do Projeto Doma, em Capivari/
SP, que oferece uma programação intensa
para os interessados. “Todos aqueles que, de
alguma forma, entram nesse mundo, se vêem envolvidos
por um vasto universo, emaranhado e único.
As informações são
difíceis de serem encontradas e os estudantes de:
Horsemanship & Stockmanship percebem
que, quanto mais fundo vão no assunto, mais profundo
o assunto parece ser”,
arremata Borba. |
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FONTE:
Assessoria de imprensa Projeto DOMA
Matriz da Comunicação
www.matrizdacomunicacao.com.br
(15) 3211-6446 – Sorocaba/ SP
Amparo, 21 de maio de 2007
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